TRABALHADORES COBRAM DO GOVERNO MEDIDAS DE PROTEÇÃO A VIDA, AOS EMPREGOS E A RENDA

As Centrais Sindicais (CUT, Força Sindical, UGT, CTB, Nova Central, CSB, CSP/Conlutas, Intersindical, Intersindical/Instrumento de Luta, CGTB e Central Pública) realizaram sexta-feira (7) uma ação ecumênica, na Praça da Sé, em São Paulo, com a presença de representantes das centrais sindicais.

A ação faz parte do Dia de Luto e de Luta para protestar e alertar a sociedade sobre as medidas equivocadas e desastrosas do governo Bolsonaro, que desorganizaram e confundiram as ações de enfrentamento à pandemia da Covid-19, colocando o País na iminência de atingir 100 mil óbitos nesta semana.

Além desta atividade, foram realizados atos em todas as regiões do País. Nos locais de trabalho, aconteceram paralisações de 100 minutos.

“Cobramos a manutenção do auxílio-emergencial de 600 reais até dezembro/2020, fortalecimento do SUS (Sistema Único do Saúde), ampliação das parcelas do seguro-desemprego, mais equipamentos de proteção individual e coletivo para as categorias essenciais e mais créditos para as micros e pequenas empresas”, afirma Miguel Torres, presidente da Força Sindical e do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes.

O sindicalista alerta ainda que além de ter contribuído para a perda de milhares de vidas, o descaso e o descontrole com os quais o governo tratou a pandemia lançaram o Brasil numa das maiores crises econômicas e sociais de toda a sua história, com a extinção em massa de empregos e de empresas.

 

As informações são da Força Sindical. 

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