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Força e Sindnapi entregam reivindicações sobre a Previdência ao ministro Carlos Lupi

Documento da Força Sindical menciona necessidade de criação de força tarefa para diminuir a fila de 6,5 milhões de tarefas pendentes no INSS. CUT fala em aliança para recuperar direitos


Crédidos: Força Sindical




A Força Sindical e o Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi) entregaram nesta segunda-feira (30) ao ministro da Previdência Social, Carlos Lupi (PDT), um documento com demandas urgentes de aposentados e pensionistas. O texto é assinado por João Batista Inocentini, presidente do Sindnapi. Entre as demandas, estão propostas para agilizar a fila de análise e concessões de benefícios previdenciários. Leia a íntegra do documento.

O documento recebido por Lupi conta com mais de 15 demandas do setor. Entre elas, sugestões para agilizar a fila de análise e concessões de benefícios previdenciários e a validação do pedido de afastamento médico dado pelo profissional que acompanha o paciente sem a necessidade de perícia federal.


Miguel: "O movimento sindical dará todo apoio para que as políticas, como a valorização do salário mínimo, que ajudam os mais necessitados sejam retomadas no governo Lula

Outra demanda é a validação do pedido de afastamento médico dado pelo profissional que acompanha o paciente sem a necessidade de perícia federal. Esses serviços ficaram muito comprometidos com o governo de Jair Bolsonaro (PL), com seu desprezo pelas instituições de Estado. Por isso, o documento da central sindical menciona a necessidade de criação de uma força-tarefa para diminuir a fila de 6,5 milhões de “tarefas pendentes no INSS”, de acordo com os sindicalistas.

Miguel Torres, presidente da Força Sindical e anfitrião do encontro destacou que o povo brasileiro depende da Previdência Social e precisa de uma atenção especial do governo. "Lupi vai conduzir com competência este importante tema e com certeza poderá contar com o apoio do movimento sindical para poder avançar com políticas como a valorização do salário mínimo".


As informações são da Força Sindical.

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