METALÚRGICOS PROTESTAM EM TODO O PAÍS NO DIA NACIONAL DE LUTA CONTRA A PERDA DE DIREITOS

Com assembleias e paralisações nas portas de fábrica e manifestações de protesto nas ruas, o movimento Brasil Metalúrgico (facebook.com/brasilmetalurgico) liderou nesta quinta, 14, em diversas cidades do País, um Dia Nacional de Luta, Protestos e Greves Contra o Fim dos Direitos e pela retomada do crescimento econômico, com geração de emprego de renda, trabalho decente, investimentos sociais, distribuição de renda, justiça social e respeito às riquezas nacionais e à soberania do País.

Com assembleias e paralisações nas portas de fábrica e manifestações de protesto nas ruas, o movimento Brasil Metalúrgico (facebook.com/brasilmetalurgico) liderou nesta quinta, 14 de setembro, em diversas cidades do País, um Dia Nacional de Luta, Protestos e Greves Contra o Fim dos Direitos e pela retomada do crescimento econômico, com geração de emprego de renda, trabalho decente, investimentos sociais, distribuição de renda, justiça social e respeito às riquezas nacionais e à soberania do País.

Na base metalúrgica de São Paulo, Mogi das Cruzes e região, a diretoria e assessoria comandaram mais de 45 assembleias em fábricas, com os trabalhadores sendo informados sobre os objetivos desta luta unificada e convocados a se mobilizarem:

• contra o fim dos direitos sociais e trabalhistas • em defesa das conquistas nas Convenções Coletivas • contra o desmonte da Previdência Pública

Metalúrgicos – 14 de setembro JurunaCrédito: Paulo Segura Depois das assembleias, diretores(as), assessores(as) e trabalhadores(as) da categoria foram para a região central, onde se juntaram a trabalhadores e dirigentes sindicais metalúrgicos da Força Sindical, CUT, Intersindical, CSB, CTB, CGTB, CSP/Conlutas, Intersindical, UGT, além de eletricitários, metroviários, alimentação, bancários que estavam concentrados na Praça Ramos de Azevedo, e de lá saíram em passeata até a Superintendência Regional do Trabalho/Ministério do Trabalho, na Rua Martins Fontes, onde foi realizado mais um ato de protesto.

A resistência na luta contra a perda de direitos e o apelo ao fortalecimento da unidade do movimento sindical pra barrar as reformas do governo (trabalhista, previdenciária, terceirização) dominaram os discursos dos dirigentes.

“Querem acabar com as conquistas históricas da classe trabalhadora e enfraquecer o movimento sindical. Por isto, é fundamental os metalúrgicos lançarem este movimento, chamar outras categorias do setor industrial para essa luta de resistência e juntos possamos nos fortalecer nas ações do dia a dia contra os ataques e a precarização das relações de trabalho e nas campanhas salariais, defendendo as conquistas das convenções coletivas”, afirmou Miguel Torres, presidente da CNTM/Força Sindical e do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo/Mogi das Cruzes e vice-presidente da Força.

Os dirigentes também falaram da campanha lançada pelo Fórum Sindical dos Trabalhadores de coleta de assinaturas para um projeto de iniciativa popular para revogar a lei (reforma) trabalhista, que entrará em vigor em novembro.

Outras ações do movimento:

* Plenária em São Paulo no dia 29 de setembro, com a participação de metalúrgicos e outras categorias ligadas ao setor produtivo. * Abaixo-assinado para projeto de iniciativa popular pela revogação da “reforma trabalhista”. * Elaboração de um documento a ser entregue ao Ministério do Trabalho, para que este histórico órgão federal cumpra seu verdadeiro papel de defender os interesses da classe trabalhadora.